Carta Aberta

Nunca soube o que era caminhar sem destino,
Até ao dia em que, desconsolada, te vi partir
Nunca soube o que era sofrer miseravelmente,
Até ao dia em que deixei de te ver sorrir
Nunca soube o que era escuridão,
Profundo vazio, inquietante e sem fim,
Sôfrego sopro lancinante que atingiu meu peito,
Sôfrega dor que agora carrego dentro de mim

Sempre achei que não sabia o que era amar
Até àquele triste dia, o dia em que te foste,
Em que me deixaste perdida e sem rumo
Em que me deixaste sozinha e gelada
Contudo, agora sei que o é ser amada…
Era o que sentias por mim,
E é o que sentirei por ti, eternamente!

Nunca soube o que era perder o horizonte,
Deixar de ver o céu e o mar
Deixar de ansiar pelas estrelas
Deixar de sonhar,
Até ao dia em que percebi o que era amar…

Entrarei em contacto, assim que possível.

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