Mágoas de admiração

São mágoas meus senhores
Não cardos, nem rosas
São mágoas de todas as horas
Que me levaram a escrever

Florbela, a poetisa eleita
Que se tornou sem o saber
Explorou melhor esta via,
A da estrada da poesia

No seu livro das dores
Falou das suas angústias
Celebrou-as como flor
Eternizou-as com ardor

São mágoas como as dela
Aquelas que quero rimar
Mas diga-se de passagem
Que isto é mera vassalagem

Porque Livro de Mágoas há só um
Aquele de genialidade incomum
Por quem me apaixonei
Ai, a culpa da minha nova dor…
É tua e só tua!

Entrarei em contacto, assim que possível.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.