Naus do passado

Por mares nunca dantes navegados
Partiram os nossos gloriosos antepassados
Cabos tenebrosos e mostrengos dobraram
Em busca de tesouros e um novo mundo
Doenças febris e fome enfrentaram,
Tudo por graça d’El-Rei D. João II

O Navegador com a aura da Ínclita Geração
Ministrou com rigor a sua valorosa missão
De desbravar mil caminhos em oceanos,
Com um especial intento a dominar a mente,
Quisera o fado e o peso de tais honrosos anos
Que o Infante não visse a Índia à sua frente

Com Bartolomeu Dias chegou a Boa Esperança,
O Adamastor tornou-se apenas terrível lembrança
Das caravelas e naus lusitanas que ali naufragaram
Coube a Vasco da Gama consagrar o destino final,
Das embarcações que os seus pares choraram,
Mas eternizaram o seu nome na História de Portugal.

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