A minha palavra é livre

Somos parte de um mundo díspar
Um lugar em que ardem os humanos
E vigoram os fantoches maneáveis
Marionetas de forças superiores
Com descrença pela plateia

Nos bastidores erguem-se algumas vozes
Os invisíveis que cantam no meio do caos
Cantam palavras de emancipação
Cantam em silêncio sem serem ouvidos
Não foram designados para protagonistas
Mas são eles que dão brilho ao enredo

Entre a escuridão os anónimos ganham força
Podem ser presos, torturados e humilhados
Mas as suas palavras ainda não pagam imposto
Por isso cantam e atuam pela liberdade


Uma homenagem à Palestina ocupada, bem como a todos aqueles que sofrem as agruras da opressão!

Entrarei em contacto, assim que possível.

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