Milão: À sombra do Duomo e da moda (parte I)

Itália é um dos destinos turísticos mais conceituados da Europa e do mundo. Todos os anos, um número imenso de visitantes acorre ao país transalpino para se deliciar com as suas maravilhosas paisagens e monumentos sem fim. De Norte a Sul, o território está dotado de mil e um motivos pelos os quais merece ser … Continue reading Milão: À sombra do Duomo e da moda (parte I)

Refúgio oitocentista com vista sobre o Douro em Cinfães

As ‘escapadinhas’ fazem bem a qualquer um, desde o CEO da multinacional mais célebre do momento ao ‘simples’ operário fabril, certo é que todos precisamos de um merecido descanso. Para além disso, o Turismo em Portugal vive ‘dias de glória’ e multiplicam-se os blogues, revistas e artigos com diversas sugestões. Por isso, no “Crónicas de … Continue reading Refúgio oitocentista com vista sobre o Douro em Cinfães

Ilha de Arousa, imaculada e de espírito independente

A costa marítima é uma das maiores fontes de riqueza da Galiza, ao nível da prática de atividades como a pesca, mas também de captação turística. As várias ilhas existentes surgem como um dos seus maiores pontes de interesse. Discreta aos olhares do mundo, e situada no coração da ria com o mesmo nome, nunca … Continue reading Ilha de Arousa, imaculada e de espírito independente

Um poeta obscuro é um poeta verdadeiro

Fechado no seu quarto, enclausurado como uma concha, o poeta está sozinho. Cansado de ouvir o telemóvel tocar. Desconectou-se das novas tecnologias. Deixou de ver os amigos e familiares. Movido por um ímpeto de profunda saturação, despediu-se do trabalho que mantinha por ‘fachada’; daqueles que servem apenas para pagar as contas ao final do mês. … Continue reading Um poeta obscuro é um poeta verdadeiro

Singela paródia do aceitável

Um corpo marcado por profundas cicatrizes Dos pés à cabeça, não faltam vestígios Num rosto triste e tocado por meretrizes -Poderá alguém querê-lo em seus delírios? Dois corpos com negras profundas Da cabeça aos pés, não faltam marcas Em rostos consternados e de vagabundas -Poderá alguém desejar estas vacas? Três corpos, unidos num só Faltam … Continue reading Singela paródia do aceitável

Prelúdio de nada (Parte II)

O tempo passa velozmente. Cedo nasce o sol e depressa se levanta a lua. Sucedem-se os dias, meses e anos. Sucedem-se as estações. Uma sucessão de sucessões sem fim, mas nem damos pelo tempo passar. Observamos as divagações nas cores das pinturas que moldam as paisagens. Mostramos mais, ou menos pele, consoante os graus que … Continue reading Prelúdio de nada (Parte II)

Prelúdio de nada

Dizem que parar é morrer. Não quero ser mais uma de tantas carpideiras. Nunca tive qualquer talento digno de menção para a representação. As minhas lágrimas quando caem são tudo menos de autocomiseração. Rejeito as lágrimas do sofrer fingido. Repudio sagazmente os mortos-vivos: que cambaleiam em vez de caminhar; que invejam em vez de viver; … Continue reading Prelúdio de nada