«O Rouxinol»: Cantar o amor em tempos de guerra

Nos anos 30, as memórias da I Guerra ainda permaneciam vivas em França; mas era um ponto onde ninguém queria voltar. No ambiente boémio citadino, ou na pacatez do campo, entre casas e famílias desfeitas, os franceses seguiam em frente; uns construíam um novo lar, outros minoravam a dor no álcool. Em qualquer um dos … Continue reading «O Rouxinol»: Cantar o amor em tempos de guerra

Identidade visual do Crónicas de Utopia: O reflexo de um designer irreverente

O Crónicas de Utopia é um blogue que combina dois lados distintos: o rigor e objetividade do jornalismo nos textos mais factuais; e o espírito livre e inconformado que surge nos textos de veia mais criativa. Sendo um projeto pessoal dedicado a várias frentes, tais como História, Viagens e Poesia, não é fácil captar num … Continue reading Identidade visual do Crónicas de Utopia: O reflexo de um designer irreverente

Lá, Onde o Vento Chora: Uma obra dolorosamente bela

Na manhã de 30 de outubro, de 1969, o corpo de Chase Andrews foi encontrado nas imediações do pântano, cenário central do romance de estreia de Delia Owens, autora norte-americana. Mas, já iremos escrutinar algumas curiosidades sobre a biografia da escritora, por agora voltemos à sua obra e à pequena cidade costeira de Barkley Cove, … Continue reading Lá, Onde o Vento Chora: Uma obra dolorosamente bela

Zeca Afonso: Recordar a voz da utopia e da liberdade

«Grândola, vila morena/ Terra da fraternidade/ O povo é quem mais ordena/ Dentro de ti, ó cidade... », volvidos 46 anos, estes versos ainda ecoam no imaginário de cada um; seja por se tratar do símbolo musical mais pungente do 25 de Abril, ou por entretanto se ter assumido como um grito internacional em prol … Continue reading Zeca Afonso: Recordar a voz da utopia e da liberdade

Diário de um alter-ego insano

1 de novembro de 2018 Um, dois, três… Um, dois, três… Inspirar e expirar… Inspirar e expirar… Nada resulta, nem os truques que o psicoterapeuta me ensinou. Sinto-me devastado, ultimamente a dor é cada vez mais premente. Chega de súbito, sem qualquer pré-aviso, deixando-me frágil. Doente, sinto-me doente. Que mal fiz eu para merecer isto?! … Continue reading Diário de um alter-ego insano