Matar os vampiros

Em toda a parte andam os vampiros, cantava o Zeca em sinal de abjeção, contra os sanguessugas desta vida que alimentam o sistema inusitado, mas deixam o pobre esfomeado Eles comem tudo… Eles comem tudo               e não deixam nada apenas a imundice dos seus pratos, para que os … Continue reading Matar os vampiros

Ritmos do enigma d’além

Que idioma indecifrável fonética e magneticamente toma de assalto a minha audição são palavras que desconheço, mas com uma magia intangível Que cantos delirantes chegam da terra-mãe do deserto ultrapassam quaisquer barreiras não existem constrangimentos, renuncio o sentido de fronteiras Arábia de tempos ancestrais os teus ritmos dançantes transparecem a alma de um povo que … Continue reading Ritmos do enigma d’além

Singela paródia do aceitável

Um corpo marcado por profundas cicatrizes Dos pés à cabeça, não faltam vestígios Num rosto triste e tocado por meretrizes -Poderá alguém querê-lo em seus delírios? Dois corpos com negras profundas Da cabeça aos pés, não faltam marcas Em rostos consternados e de vagabundas -Poderá alguém desejar estas vacas? Três corpos, unidos num só Faltam … Continue reading Singela paródia do aceitável

Prelúdio de nada (Parte II)

O tempo passa velozmente. Cedo nasce o sol e depressa se levanta a lua. Sucedem-se os dias, meses e anos. Sucedem-se as estações. Uma sucessão de sucessões sem fim, mas nem damos pelo tempo passar. Observamos as divagações nas cores das pinturas que moldam as paisagens. Mostramos mais, ou menos pele, consoante os graus que … Continue reading Prelúdio de nada (Parte II)