Matar os vampiros

Em toda a parte andam os vampiros, cantava o Zeca em sinal de abjeção, contra os sanguessugas desta vida que alimentam o sistema inusitado, mas deixam o pobre esfomeado Eles comem tudo… Eles comem tudo               e não deixam nada apenas a imundice dos seus pratos, para que os … Continue reading Matar os vampiros

A minha palavra é livre

Somos parte de um mundo díspar Um lugar em que ardem os humanos E vigoram os fantoches maneáveis Marionetas de forças superiores Com descrença pela plateia Nos bastidores erguem-se algumas vozes Os invisíveis que cantam no meio do caos Cantam palavras de emancipação Cantam em silêncio sem serem ouvidos Não foram designados para protagonistas Mas … Continue reading A minha palavra é livre