Idiossincrasia do não querer saber

Tic tac… tic tac.. tic tac… o relógio não pára de tilintar dá as badaladas da meia-noite anuncia o nascer de mais um dia Tic tac… tic tac… tic tac… – que fastidioso! já não basta estar perdida, com desnorte para a vida? Tic tac.. Tic tac.. tic tac… uma e outra vez,  num loop … Continue reading Idiossincrasia do não querer saber

O erguer dos Estados

Fronteiras traçadas com sangue Cercos, muros e barreiras, Arame farpado. Feridas profundas. Gritos inauditos que ecoam... Perdidos na tradução do indizível Faltam verbos, sinónimos e adjetivos Almas corrompidas pelo silêncio Vísceras rasgadas por réstias de luz Embarcados no submundo de Hades Ensaiam a cegueira da paralisação Não se mexem. Não observam. Não escutam. Os estados … Continue reading O erguer dos Estados

Desnorteios do tempo

Desnorteios perdidos nos tempos Calvários lacrimejados de tensão Desvios e tristes contratempos Negrume e presságio de solidão Tormenta lançada ferozmente ao rio Afogamo-nos em entorpecimentos Aura desconecta d’Eu sombrio Sepultura coberta em mil lamentos Tentamos e falhamos sucessivamente Num complexo universo traiçoeiro Sombras de um mundo alcoviteiro Cemitério poeirento e abandonado Desnorteios de perpetuidade Cova … Continue reading Desnorteios do tempo