the evil is surrounding

they can see the darkness on my toughts and eyes they laugh about me through the evilness of their lies they feel my obscurity my graviest mind the lost of my dignity and the sadness that makes me blind they feel the pain of insanity in this silent agony tears of pure ebony shadows of … Continue reading the evil is surrounding

Humanos que preferem ser animais

Os dois acordaram lado a lado, tinham passado a noite enrolados como um casal de apaixonados, contrariando os seus anseios de animais. Não se recordavam muito bem do sítio onde se tinham conhecido, mas preferiam ter ficado aquém daquelas quatro paredes. Tudo parecia correr de feição. Estavam conectados pelo desapreço às trivialidades humanas. Mas algo … Continue reading Humanos que preferem ser animais

Um poeta obscuro é um poeta verdadeiro

Fechado no seu quarto, enclausurado como uma concha, o poeta está sozinho. Cansado de ouvir o telemóvel tocar. Desconectou-se das novas tecnologias. Deixou de ver os amigos e familiares. Movido por um ímpeto de profunda saturação, despediu-se do trabalho que mantinha por ‘fachada’; daqueles que servem apenas para pagar as contas ao final do mês. … Continue reading Um poeta obscuro é um poeta verdadeiro

Singela paródia do aceitável

Um corpo marcado por profundas cicatrizes Dos pés à cabeça, não faltam vestígios Num rosto triste e tocado por meretrizes -Poderá alguém querê-lo em seus delírios? Dois corpos com negras profundas Da cabeça aos pés, não faltam marcas Em rostos consternados e de vagabundas -Poderá alguém desejar estas vacas? Três corpos, unidos num só Faltam … Continue reading Singela paródia do aceitável